quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Autobiografia Ecológica

Sou de Corumbá MS, brasileiro do Pantanal. Família humilde, tradicional da era “Tratado de Madri”. A minha origem é de indígenas, portugueses e espanhóis.
Gosto do espaço verde, respeito a natureza. Vou sempre preservar o meio ambiente. Trabalho na Prefeitura Municipal de Corumbá, Setor de Educação.
Moro na cidade de Ladário MS, rua Fernandes Vieira nº 674, Centro. Trabalho na zona rural do Município de Corumbá, gosto do que faço.
Mudei muito em relação da minha vida de infância. Com os meus pais a qualidade de vida era bem precária, sem nenhum salário para o sustento. Lembro que mesmo assim, éramos uma família feliz. A natureza nos oferecia muito mais abundantes frutos do mato, água doce, campo verde e etc, e tudo era de graça, o espaço era maior e eu gostava de tomar banho nos corixos.


Caetano Ribeiro
Autobiografia Ecológica

Eu, Rosely de Pinho Lima, nasci no dia 21 de março de 1976, hoje com 38 anos. Sou brasileira, nascida na cidade de Corumbá MS. Moro na rua Gonçalves Dias, bairro Aeroporto nº05.
Trabalho no Município de Corumbá, área rural na região do Taquari, como professora alfabetizadora.
O lugar onde eu nasci é conhecido como Capital do Pantanal, onde havia muitos turistas de todos os lugares, muitos deles vão e voltam todos os anos, para apreciarem essa beleza que tem o nosso Pantanal.
Todos nós precisamos cuidar mais do meio em que vivemos, pois uma boa amizade e boa vizinhança, tudo é mais prático. A maneira de todos lutar por um objetivo em comum.
Autobiografia Ecológico

Eu nasci na cidade de Ladário, no estado de Mato Grosso do Sul, e o meu país é o Brasil.
Atualmente resido na cidade de Corumbá. Nasci no dia 17/07/1963, tenho 50 anos e trabalho na Extensão Nazaré.
O lugar onde nasci era uma fazenda, não havia escola e sim muitas áreas verdes e naturais.  Pouquíssimas casas, a vizinhança era unida e trabalhadora, não havia edifícios. Houve muitas mudanças e modificações, referentes à natureza, desmatamento, estradas e construções habitacionais.
Tive que mudar para a cidade para ingressar na vida escolar, a minha infância foi tranquilo e feliz. Tive o prazer de cultivar todas as brincadeiras como brincar de roda, andar de bicicleta, esconde-esconde, jogar bolita, pular corda, andava de rolimã com meus tios. Quando ia a casa da vovó é que fazia mais arte com os meus tios, não tenho o que reclamar da minha infância, e com isso consegui passar essas mesmas brincadeiras para os meus filhos, com exceção de algumas brincadeiras, já a neta não conhece todas as brincadeiras devido a tecnologia de hoje. Mas sinto muitas saudades daquele tempo de alegria.


Carmem Lúcia Massabi Severino
Minha Comunidade

Eu sou Brasileiro, nasci no Estado de MS, em Corumbá. Atualmente moro no bairro Beira Rio, mas o maior tempo vivo na região Paiaguás no Taquari. Eu nasci no dia 04 de dezembro de 1979, tenho 35 anos, estou trabalhando nas Escolas das Águas Extensão Boa Esperança.
Na comunidade onde passo o maior tempo e onde tempos um sítio é muito tranquilo. Eu estudei a 1ª série, e após meus pais me mandarem para a cidade, eu fiz toda a minha escolaridade, até o ensino médio em escolas públicas.  Anteriormente as pessoas não tinham grandes cuidados com a natureza, as queimadas eram grandes. Hoje eles cuidam e não agridem a natureza.
Os vizinhos são muito importantes, uns ajudam os outros, por exemplo: quando um sai de  sua residência, o vizinho mais próximo cuida. Somos religiosos, cerca de 90% católicos.


Jefferson Esdma de Arruda
Autobiografia

Nasci no dia 14 de setembro de 1963 na fazendo Palmeira, na região da Nhacolandia, Município de Corumbá MS.  Quando eu tinha quatro anos, meus pais se mudaram para a cidade, morávamos no bairro Dom Bosco. Lembro dos meus oito e nove anos, havia poucas casas, muitas árvores e a escola Dom Bosco, bem simples. Nessa época chegou a televisão e a gente se reunia na frente da casa do vizinho que tinha comprado uma TV. A vizinhança toda vinha assistir Gerônimo o Herói do Sertão.
Eu, meus irmãos e meus colegas gostávamos muito de jogar bolinha de gude, a noite jogávamos taco na rua, mas o nosso mais divertimento era ir ao cinema aos domingos. Tinha dois edifícios onde localizava os cinemas: O Cine André no Edifício Anache, e o Cine Tupi no Edifício Salim Cassar.
Daí para cá houve muitas mudanças, as ruas foram asfaltadas, mais casas foram construídas, comercias e etc. Depois que fiz 22 anos, fui passear na casa do meu avô na Colônia São Domingos, região do Paiaguás, Município de Corumbá MS. Adorei o lugar. Passava um Corixo bem no meio que dividia a comunidade em lado direito e esquerdo. Água cristalina e as pessoas se deslocavam de um lugar para o outro de canoa.
Só fiquei triste porque havia muitas crianças e adolescentes sem estudar. A escola estava fechada ha muito tempo. Os pais me pediram que eu os ensinasse, na parte da manhã eu ensinava as crianças e a noite os adolescentes. Fiquei mais ou menos três meses dando aula, até que consegui reativar a escola Santa Aurélia. Hoje dou aula na extensão São João que é o lugar onde moro, minha residência há 30 anos.


Armelinda do Nascimento Souza

terça-feira, 21 de julho de 2015

Maria de Castro Rojas


Minha história de vida

Nasci em Corumbá- Ms no dia 21 de janeiro de 1984, sou a segunda filha de 4 irmãos. Meu nascimento foi em casa, quem fez o parto foi uma parteira conhecida de minha mãe que morava perto de minha casa. Tenho 31 anos de idade, trabalho na Escola das Águas há 5 anos e meio, trabalhei 2 anos na Extensão Duque de Caxias 1 ano em Porto Esperança, e 2 anos e meio no Paraguai Mirim.
Moro no bairro Maria Leite , um dos bairros mais antigos da cidade. Antigamente não havia muitas casas e ruas as ruas não eram asfaltadas, havia muita área verde, três escolas (uma privada, uma pública e a outra era profissionalizante), uma linha férrea em frente a minha casa  e uma fábrica de Cimento Itaú onde meu pai trabalhou por muito tempo até se aposentar. Estudei na escola do Sesi por dois anos pois como meu pai era funcionário da empresa havia desconto na mensalidade, quando ele se aposentou tive que sair da escola e fui matriculada em uma escola estadual perto de minha casa. Foi nessa escola que conclui o Ensino Fundamental e Médio.
A minha infância foi tranquila, sempre brincava em frente a minha casa com os amigos da vizinhança e com os  primos. A vizinhança era muito atenciosa sempre se reunia em frente de suas casas para conversar com amigos e vizinhos.Não se preocupavam muito em cuidar do ambiente natural era comum jogar lixos em terrenos baldios ou queimá-los.
Atualmente os números de moradores aumentou, assim como o número de casas. A maioria das ruas estão asfaltadas, há uma estação de tratamento de esgoto em frente a minha residência, a fábrica continua funcionado com seu barulho dos fornos que não para nunca, e quando para de funcionar até estranho um pouco porque já acostumei com o barulho. A maioria da vizinhança se preocupam com o ambiente natural, colocam o lixo em sacos plásticos para a coleta do lixo, mas exitem ainda a falta de conscientização das pessoas pois ainda jogam o lixo em  terrenos baldios.
Sempre me preocupo com o ambiente onde vivo, procuro não agredi-lo, porém o resultado da minha pegada ecológica não foi muito boa, continuo consumindo muito na alimentação e outras coisas sem a devida necessidade.

Maria de Castro Rojas

Minha historia


Nasci em Corumbá- MS no dia 10 de dezembro de 1985, tenho quatro irmãos, sou a terceira filha e todos nós ainda moramos com meus pais. Meu pai é boliviano, veio para cidade para trabalhar e conheceu minha mãe aqui.
Há cinco anos  anos, trabalho como professora na Escola das Águas, esse é o segundo ano consecutivo que trabalho na Escola Paraguai Mirim.
Moro no bairro Maria Leite desde que nasci, este lugar mudou um pouco, pois não havia escola perto de casa, praça as ruas não eram asfaltadas, tinha poucos vizinhos e as casas eram humildes, a maiorias das pessoas trabalhavam na fábrica de cimento Itaú. Minha casa fica perto da linha ferrea então aprendemos a conviver com o barulho do trem  e da fábrica.
As lembranças que tenho da minha infẫncia são muito boas, me divertia na rua em frente de casa com meus irmãos, primos e vizinhos. A nossa condição financeira não era muito boa, nós não tínhamos muitos brinquedos, mas os poucos que tínhamos cuidávamos com muito carinho. Mas nunca nos faltou nada , principalmente o carinho dos meus pais. Sempre  no  final  da  tarde brincávamos de  pique esconde, pique bandeira, de roda...era muito divertido.Minha infãncia foi ótima , graças a Deus e a meus pais.
Poucas pessoas tinham conciência sobre o cuidado com o meio ambiente, alguns jogavam (ainda hoje jogam) lixo nas ruas e nos terrenos baldios.Eu tento cuidar do meio ambiente, tento não ser consumista é dificil, pois muitas vezes compramos coisas , objetos sem necessidade.tento ter atitudes simples mas que contribuem muito nessa questão ambiental. o resultado da minha pegada ecológica foi surpreendente para mim, não sabia que gastava tanto com alimentos e em outro itens.


Professora Rosely Rojas de Castro
Corumbá, 21 de junho de 2015.
Autobiografia
Meu nome e Nena de Arruda Nepomuceno, nasceram e moram na cidade de Corumbá M.S. - Brasil. Hoje tenho 47 anos sou professora das águas, casada, por duas vezes, mãe de sete filhos, quatro meus e três adotados. A minha filha caçula hoje tem 16 anos. Morei na mesma casa por 40 anos, na Rua Ricardo Franco nº 61, bairro centro.
 Lembro-me com saudades do lugar onde passei a melhor fase da minha vida, junto com meus pais e irmãos. Quando meus pais compraram o terreno e construíram ali a nossa 1ª casa de madeira, os locais era deserto, tínhamos apenas dois vizinhos, não tinha rua era apenas um trieiro feito pelo meu pai para sairmos na rua. Eu e minhas irmãs tínhamos muito espaço para brincar, brincávamos muito de casinha com direito a fazer comidinha e enfeitar as bonecas.
Lá pelos meus sete anos foram construídos próximos a minha casa uma escola municipal – Barão do Rio Branco. - onde estudei  ate o 4 ano. Junto com a escola também vieram às famílias as vendas e botecos, a NOB, construiu uma vila de casas e a velha estação ferroviária foi substituída por outra maior e mais moderna. Não me lembro como era o cuidado das pessoas com o ambiente natural, acho que ninguém pensava nisso e o lixo era jogado no fundo do quintal ou queimado.

Hoje o meu bairro esta muito diferente tem as casas de madeira foram substituídas por casas de alvenaria as ruas são asfaltadas, temos: supermercados, farmácia, duas escolas, uma estadual e outra municipal. Tudo cresceu e eu já não morro mais lá hoje morro na BR 262, porto morrinho e dou aula em Porto Esperança.

Autobiografia da minha infância - Ângela Félix


                                                  AUTOBIOGRAFIA

Vou relatar aqui minhas memórias enquanto criança. Sou Ângela Félix Graciano da Rocha, nascida na cidade de Corumbá, em 1962 e no dia 3 de janeiro, na época era o estado de Mato Grosso, hoje está dividido em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.Trabalho nas escolas das águas há dois anos e meios.

Nasci no Bairro Popular Velha, quando menina  mudamos para o Bairro Popular Nova e hoje resido no Bairro Nova Corumbá: Tenho ótimas lembranças da minha infância, quando podíamos brincar livremente pelas ruas, descalça  tomar banho de chuva, enquanto nossos pais conversavam enfrente da casa à noite brincávamos de roda cantando as cantigas de roda todos juntos meninos e meninas, a roda ficava imensa de tantas crianças e  sem malícias, dormíamos de janela aberta, o ar era mais puro, não tinha os perigos que se tem nos dias de hoje.

Os vizinhos se respeitavam, eram como uma grande família, me  recordo com saudades do apito do trem que passava perto de casa, quando ele apitava as crianças corriam para beira do trilho só para ver o trem passar dávamos tchau, e os passageiros respondia com acenos.

Nossos brinquedos eram confeccionados por nós mesmos com o auxilio de nossos pais principalmente pelas mães, pois as mães a maioria não trabalhavam fora e eram feitos com sucatas como, lata, meias  velhas,  boneca  de pano, balanço de  pneu de carro, carrinhos de latas e madeiras, etc...,  podíamos confiar nos vizinhos, nos amigos da família, me lembro de ir para escola de ônibus da marinha, pois não havia escola perto.

 Nas ruas tinha pé de manga, goiaba e outras frutas, íamos de trem para fazer piquenique de trem em Maria Coelho. Hoje infelizmente nossa liberdade já não existe mais, pois nossos filhos e netos não podem brincar nem mesmo sentar enfrente as nossas casas, elas hoje contem grades em questão de segurança, as crianças não conversam mais, nem mesmo tem amigos só amigos virtuais, pessoas se conhecem através do computador namoram sem beijos na boca e se casam sem saber direito com quem e com isso acontecem tragédias familiares,  hoje saímos de casa sem saber se vamos voltar são e salvos. Deixando nossas famílias apreensivas se demoramos.

Beradiando a minha historia

Eu, Mônica Ahmad Abder Rhaman Khaled, nasci na cidade de Corumbá, no dia 6 de julho de 1971, tenho mais três irmãos, o nossa infância foi muito tranquila , ate hoje moro na mesma casa, que fica no centro da cidade de Corumbá, e um bairro tranquilo, claro que ouve mudanças, principalmente na estrutura  como o asfalto, iluminação e moradia. Na minha infância as brincadeira eram  na rua como: pega-pega, bola, escutava musica na rua até tarde não tinha perigo de roubo.
O meu pai falava para nos vamos catar bocaiuva, era um alegria só , saiamos de carro cedo e pegava a estrada parque , quando via um pé de bocaiuva parava e começava a catar as bocaiuva que estavam no chão. Quando chegava em casa com baldes cheios de bocaiuva.
Quando tinha a estação de trem, íamos no Porto Esperança de trem para pescar ou passear , vinha para a casa no final da tarde.

Hoje infelizmente  o trem  não conduz passageiro esta mais na parte de mineração, que faz a linha até Porto Esperança.